Primeiro avaliamos a embalagem...
Tocamos no papel para sentir a textura exterior... Sentimos algo, um "frum frum" a cintilar nos nossos dedos que faz apetecer desembrulhar de imediato para ver o que está por baixo...
Ficamos indecisos...abro ou não abro...este ou outro idêntico...hum...pensamos enquanto nuns escassos segundos vamos continuando a remexer no papel de fora...
Depois lá decidimos. Abrimos. Observamos o conteúdo e sorrimos satisfeitos pela escolha mas ainda espectantes...para saborear.
Hummmm...ahhh o sabor...
Pegamos delicadamente e num gesto imediato colocamos na nossa boca...a língua movimenta-se em direção àquela textura que em breves instantes começa a ganhar uma outra forma...derrete de tão quente que encontra a nossa boca...perde volume mas ganha intensidade no sabor...expande-se por nós adentro...
Sentimos a nossa lingua junto ao céu da boca a salivar... os lábios tendem a ficar meio húmidos dos movimentos, a lingua rodopia por eles fora, discretamente...hum....
A sensação deixa-nos agradavelmente surpresas pela escolha e automaticamente pensamos no próximo...
...
Preciso que me adoçes a mente, por favor.
Hoje preciso de falar contigo.Uma linguagem silenciosa. Preciso que me toques.
Toca-me.
Despe-me com o olhar cada centrimetro de roupa.
Cala-me a alma com o silêncio da tua boca.
Adoça-me com as tuas mãos ao longo da minha espinha.
Embrulha-me no teu abraço e conta-me coisas...
Mima-me como algo precioso, protege-me do mundo lá fora...
Quero-te por esta noite, sem saires só porque tem de ser...
Ama-me e fica. Ri e fica. Beija-me e fica. De corpo. Mas principalmente de alma.
...
Hoje seria daquelas noites em que me apetece pedir tudo aquilo a que tenho direito...
Seria eu o teu bombom ou rebuçado e precisava de ver todo o anterior nos teus olhos e nos teus gestos...sem ter de procurar, só porque mereço e porque quero.
E posso querer, certo?
(A)caso
09/04/2015

Quando fazemos um bolo o seu doce depende do açúcar que podemos lá colocar...depende de nós! Na vida temos a capacidade de a fazer mais doce, menos doce...mas nunca só a nosso belo prazer, pois estamos sujeitos ao (a)caso. :)
ResponderEliminarO bolo depende da quantidade de açúcar que nós decidimos.. Na vida dependemos quase sempre um pouco do que nos rodeia.... Ainda que com dias mais azedos....a doçura deverá fazer parte da essência da nossa vida!!:)
ResponderEliminarNo fundo, as tuas palavras querem dizer o mesmo e concordam comigo!!
ResponderEliminarSó acrescentaste a doçura como uma das essências da vida...neste caso retribuo e também concordo contigo.
Tem uma boa noite. :)
Isso mesmo!!;)
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