"Daqui a pouco chega a hora de ir...
Eu vou para a minha casa, tu vais para a tua.Foi a maneira que encontramos de nos tornar raros, preciosidades humanas que passamos o dia a querer viver.
Não fazemos promessas, não exigimos todo o tempo, não encontramos uma palavra ou várias que nos possam definir, não acreditamos na capacidade de haver julgamento justo para o que nenhuma lei conseguiria encerrar.
Queremo-nos quando um de nós o decide,amamo-nos quando um de nós precisa amar. Sabemos que é pouco para quem tanto se quer.
Mas é apenas o que sabe a pouco que nos mantém vivos.
O que morre primeiro: não amar ou amar demais?"
In Prometo Falhar, de PCF
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